Renata Teixeira

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Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

SuperAção

Publicado por renatasteixeira em outubro 15, 2011

Aguias do Gama - Time de Rugbí em cadeira de roda de Brasília

No mês de outubro os nossos atletas de Rugbí em cadeira de rodas, jogaram mais uma partida dessa modalidade, que vem ganhando cada vez mais adeptos. O time que começou com apenas 5 jogadores, hoje conta com a participaçao de 13 atletas, comandados pelo Técnico Antônio Manoel Pereira, o time tem garantido seu espaço nos campeonatos Distritais e nacionais, além de serem convidados para diversos eventos, relacionados ao esporte e a inclusão de pessoas com limitações físicas.

Convidados para um rápido jogo na festa de comemoração ao aniversário de 51 anos do Gama, o time jogou dois tempos de 8 minutos. A partida aconteceu na quadra do Centro de Orientação Socio Educativo – COSE que fica no Setor Oeste do Gama.

Além do Rugbí várias atividades foram programadas: como Dança Futebol de salão, Futebol de Sabão e Educação em Saúde bucal. Foram várias atividades em prol da comunidade.

O time de Rugbí tem pouco tempo de atuação, mas um currículo de dar orgulho. No 3º Campeonato Nacional de Rugbí em Cadeira de Rodas que aconteceu no SESC de Ceiândia o time ficou em 8º lugar, já no 4º campeonato que aconteceu em Belo Horizonte, o time avançou na tabela ficando em 4ª posição. No campeonato regional que também aconteceu em Belo Horizonte, a equipe abocanhou o 2º lugar. Nessas partidas, dois atletas se destacaram e foram convocadas para seleção brasileiras e outros 2 pré-convocados.

Superação não é o grito de guerra, mas, é a palavra de ordem do Time de Rugby Aguias do Gama, criado pela Associação de Deficiêntes do Gama e Entorno – ADGE. Com aproximadamente dois anos de atuação nos jogos oficiais de Brasília e campeonatos nacionais o time vem conquistando espaço e reconhecimento no Distrito Federal e no meio esportivo.

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Deputado Ricardo Quirino lança frente Parlamentar em Defesa dos estudantes Universitários

Publicado por renatasteixeira em maio 25, 2011

Deputados Ricardo Quirino e Evandro Garla

Melhorias foi o assunto discutido na reunião de lançamento da frente parlamentar em defesa dos estudantes universitários que ocorreu na tarde de ontem (24). Presidida pelo então Deputado Ricardo Quirino (PRB-DF), o evento teve como objeitivo apontar e sugerir propostas que venham a contribuir para a melhoria do Ensino Superior no Brasil, foi abordado a importância e a necessidade da qualidade de ensino no país. Principalmente nas instituições privadas, onde se concentra o maior número de estudantes carentes, oriundos de escola pública, cuja formação básica já deixa a desejar.

O objetivo da frente parlamentar é trazer alternativas que possam tornar o ensino superior mais eficaz. O deputado Quirino que é estudante de Direito de uma instituição privada afirmou em seu discurso que não é aceitável que um estudante passe quatro, cinco anos para se formar e após concluir o curso, ainda tenha que fazer outros cursos para complementar a formação “Precisamos trabalhar juntos, cobrar para que haja melhorias” disse Quirino.

Recentemente foram divulgadas matérias sobre a qualidade do Ensino Superior, estudos do Ministério da Educação (MEC), divulgou o baixo índice Geral dos Cursos das Instituições (ICG).

O estudante de direito Najh Ahmad que também compôs a mesa, disse em seu discurso que na Alemanha há um sistema muito eficaz de formação que poderia ser pensado no Brasil. “Está na hora da gente pisar no chão e descobrir melhorias” disse Ahmad.

A reunião que teve a presença do também Deputado Evandro Garla, contou ainda com a presença de 47 estudantes de Direito da Universidade Federal da Paraíba – UFPB que estava na câmara fazendo uma visita técnica.

Renata Teixeira

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Documentário “Mulheres da Paz” retrata a realidade de um trabalho social importante para o DF

Publicado por renatasteixeira em dezembro 15, 2010

Publicado em: 15 de dezembro de 2010 por silvana em www.elianapedrosa.com.br

Da equerda para a direita, Socorro Araújo, Maria Carvalho, Cintia Souto e Renata Teixeira.

Quatro alunas do curso de Comunicação da Universidade Paulista (UNIP), Cintia Souto, Renata Teixeira, Socorro Araújo e Maria Caravalho apresentaram, no final do mês de novembro, o trabalho de conclusão de curso “Mulheres da Paz”. O documentário, com duração de 15 minutos, mostrou o trabalho que 200 mulheres desenvolvem nas comunidades do Itapoã, Estrutural e Arapoanga.

A deputada Eliana Pedrosa prestigiou o trabalho das novas jornalistas. “Como é bom perceber que os jovens cada vez mais se interessam por assuntos como esse, que trazem uma reflexão mais profunda sobre a responsabilidade de cada um de nós”, disse Eliana.

Segundo a estudante Renata Teixeira, 23, a ideia de fazer o documentário partiu da colega de grupo Maria Carvalho, 30, estagiária de comunicação na Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest). Maria viu nesse programa social a possibilidade de mostrar a realidade de mulheres que viveram situações de risco e hoje ajudam as famílias da sua comunidade.

O projeto teve início no semestre passado, quando as formandas em jornalismo começaram a traçar o perfil e roteiro do documentário. A fase de execução, segundo Maria Carvalho, foi a mais difícil, mas a que mais emocionou. “Ver o resultado de um trabalho nosso ser avaliado por profissionais e pela deputada é muito gratificante. Todas as dificuldades valeram a pena”, relata.

A escolha do gênero áudio visual ajudou a retratar os trabalhos desenvolvidos por essas mulheres, moradoras das cidades no entorno do DF e fazer entender a importância desse programa, criado na gestão de Eliana quando foi secretária da Sedest. A jovem Cintia Souto, 23, disse que ao se envolver com o trabalho passou a dar mais valor às pequenas coisas. “A gente valoriza mais a vida e as pessoas, foi uma oportunidade única na minha vida”, afirma emocionada.

Para a deputada Eliana, ver jovens engajados em projetos sociais e promovendo um debate a respeito da situação de vulnerabilidade das famílias é, sem dúvida, continuar acreditando na capacidade de transformação da sociedade.

Quem quiser ter acesso ao documentário deverá enviar um email para cintiasouto.ibr@gmail.com

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ÉTICA

Publicado por renatasteixeira em agosto 23, 2010

             Desde criança o homem é orientado do que é certo e errado, o que se pode e não pode fazer. É nessa diferenciação do bem e do mal, que aplicamos o conceito de ética.

            A ética vem a ser, todas as práticas positivas que o ser humano pratica. Dizemos que uma pessoa é ética quando ela faz o que é correto, e que uma ação errada é conseqüentemente antiética.

            O comportamento humano é constantemente avaliado, sob os olhares do certo e do errado, do que é permitido ou proibido fazer. Esse senso que acompanha o ser humano, diferenciando o bem do mal, é o que chamamos de senso ético.

            Quando procuramos no dicionário o significado da palavra ética, o resultado é associado a moral. Ética segundo o Aurélio é “ A ciência da moral”. Mas o que seria a moral? A moral é o que consideramos a prática do bom costume, ou seja, são práticas aceitáveis na comunidade em que se vive. Pronto, sabendo que ética é o que estuda os bons costumes, ficamos ciente de que, a ética é o que avalia o homem em suas ações, no que é moral ou imoral, o que segundo os costumes do ambiente em que se vive é correto ou permitido fazer.

            Aplicando a ética no dia-a-dia, podemos observar as ações que são corretas e as que são erradas. Todos nós somos orientados de que nossos direitos terminam onde começa o do próximo, partindo dessa regra podemos nos direcionar de que devemos nos preocupar em não ferir os direitos dos outros, e assim ser éticos em nossas ações. Sendo assim, tudo que pretendemos fazer, temos o instinto de observar se isso irá afetar negativamente alguém, porque se for prejudicial a qualquer que seja, será uma ação maliciosa e conseqüentemente antiética.

            A ética é muito discutida no meio profissional, cada ambiente de trabalho tem a sua avaliação do que é certo ou errado na profissão. Mas o que não podemos jamais esquecer, é que essa característica do homem é avaliada a todo o momento por ele mesmo, em qualquer ambiente que esteja.

            O ser humano é constantemente tentado a fazer o que é errado, mas é plenamente julgado por si próprio pelo senso ético, identificando assim o que é lícito e ilícito sob a ótica da moral, em que ele foi criado.

            O ser humano age por instinto em suas ações positivas, porque a ética é uma característica inerente ao homem. Podemos notar que, quando se trata de praticar o errado, a ação não é impulsiva, e sim pensada e avaliada.

            Somos incessamente vigiados pela nossa consciência, diferenciando o permitido do proibido. A ética é aplicada como lei na sociedade, porém as regras que ela impõe, pode ser diferente em cada comunidade, dependendo dos costumes que foi adquirido ao longo do tempo, e do que é classificado como moral e imoral em cada ambiente.

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Jornada de Jornalismo “A diversidade da profissão de jornalista”

Publicado por renatasteixeira em junho 5, 2010

Jornada Acadêmica reúne jornalistas na Univerisade Paulista em Brasília.  

Foto: Renata Teixeira  

Pedro Jorge, Paulo José Cunha, Nelson Penteado

Nos dias 18,19 e 20 de maio, aconteceu a jornada acadêmica de jornalismo. O evento foi realizado no anfiteatro da Universidade Paulista, em Brasília.  

A segunda jornada teve como tema, a diversidade da profissão de jornalista, que trouxe profissionais conceituados de diferentes áreas de atuação do jornalimo. Adélia Azeredo, assessora do ministro da agricultura e Beth Cataldo, da editora tema, foram as palestrantes do primeiro dia.  

Adélia, a primeira palestrante, falou sobre o funcionamento de uma assessoria de comunicação pública. Abordou a falta de especialistas na administração das assessorias, que é o ambiente de imprensa de maior estrutura. Beth Cataldo trouxe a questão da profissionalização do jornalista, que o ambiente jornalístico é competitivo, e por isso a formação básica é pouco, é preciso mais. Disse que a exigência de formação técnica e intelectual é muito mais exigido, nos dias de hoje. Beth deixou um alerta aos estudantes, falou que no jornalismo erra menos quem sabe mais. Por isso é preciso se qualificar, é preciso ter conhecimento para ser um jornalista qualificado.  

No segundo dia, a presença foi dos jornalistas Gilson Rebello, diretor do jornal O Coletivo, e Nara Lacerda, reporter da rádio CBN. Gilson a frente do Coletivo, contou aos estudantes o cotidiano dos jornalistas na redação do jornal impresso. Nara Lacerda falou sobre o di-a-dia, e como funciona a redação de uma rádio, e ainda contou suas experiências mais inusitadas nesse meio.    

Adélia Azeredo, primeira palestrande da jornada.

A jornada foi encerrada com a presença do jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara. Paulo José em sua apresentação, falou aos estudantes, de suas experiências profissionais como jornalista. “Abriu os olhos” dos futuros profissionais, para as diversas situações que um jornalista pode passar, e que é preciso está preparado para lidar com as diversas ocasiões.

  

   

 

Veja Paulo José Cunha, jornalista da TV Câmara, na jornada de jornalismo.  

  

Opinião:  

A segunda jornada de jornalismo, da Universidade Paulista, trouxe um tema que abrange todos os ambientes em que um jornalista pode atuar. A diverisdade da profissão de jornalista, sem dúvida é um assunto que muito interessa aos estudantes de comunicação. É muito importante ao futuro jornalista saber enquanto estudante, experiências de profissionais de diversas redações, diversos ambientes jornalísticos.   

O depoimento de profissionais conceituados, não deixa de ser uma escola para quem está se qualificando. O relato das experiências vividas por esses profissionais, não deixa de um manual, manual dos focas.  

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Matéria Multimídia

Publicado por renatasteixeira em junho 1, 2010

DISTRITO FEDERAL TEM 2,3 VEÍCULOS POR HABITANTE 

Famílias de classe média são as que mais contribuem, para o aumento de carros nas vias. Devido à boa condição financeira, normalmente cada membro da família possui um carro 

    Foto: Renata Teixeira 

Foto: Renata Teixeira

Estrada Parque Núcleo Bandeirante em horário de pico

Por: Bruna Rodrigues e  Gabriela Caroline 

O trânsito no Distrito Federal está cada dia mais caótico. Quem tem que enfrentar as ruas todos os dias, sofre com os imensos engarrafamentos, falta de estacionamento e motoristas estressados devido a tantos empecilhos. Quando chove ou ocorre algum acidente, esta situação piora, e uma viagem de poucos quilômetros pode demorar horas. 

Isso ocorre devido ao número de carros em circulação. Segundo dados do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN), atualmente existem cerca de 1,1 milhão de veículos na cidade, uma média de 2,3 veículos por habitante. E a tendência é piorar, devido as facilidades para se comprar um carro. Estudos apontam que, se esse número continuar a crescer nesse ritmo, Brasília terá daqui a 50 anos uma média de 44,3 milhões de carros trafegando. 

O ritmo de crescimento de vendas de carros está aumentando a cada ano. Hoje em dia, qualquer pessoa, seja ela de baixa renda ou não, pode comprar um carro. São diversas condições de pagamentos. Sem entrada e parcelas a perder de vista são os maiores atrativos que encorajaram as famílias a comprarem seu primeiro carro. Em contrapartida, raramente famílias de classe alta têm somente um carro. Muito pelo contrário, quando um membro da família completa seus dezoito anos, a primeira coisa que se faz é comprar um carro, independente de quantos carros a família possui. 

Um dos fatores que impulsionou a compra de carros, é a má qualidade do transporte coletivo. Os brasilienses perderam a paciência com ônibus e metrôs lotados, demoras e péssimas condições dos veículos. Mas contribuiu para deixar Brasília mais parecida com as grandes metrópoles, onde o trânsito é desanimador.                                     

                          Foto: Renata Teixeira 

Congestionamento na EPNB faz fila de ônibus, na faixa da direita

Se nada for feito Brasília vai mesmo parar, e em pouco tempo. Mudanças como melhorias no transporte público, conscientização da população, incentivo a carona solidária e construção de ciclovias, para dar alternativa de transporte a sociedade, são medidas que podem ser eficientes para desafogar o trânsito e evitar o colapso. 

  

  

  

 

 

 

  Situações que são recorrentes do trânsito de Brasília.

  

O trânsito de Brasília pode ser melhorado, com medidas simples que alguns motoristas brasilienses podem tomar. 

 

  

Rui Corrêa Superitendente do Trânsito, do Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal. Falou das obras que estão sendo realizados no Distrito Federal para melhorar o trânsito. 

Confira na íntegra: Entrevista com Rui Corrêa 

 

 

  

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Seminário: TV digital e Interatividade

Publicado por renatasteixeira em maio 23, 2010

Cosette Castro foi a primeira palestrante a falar no Seminário.

No dia 11 de Maio de 2010, aconteceu no Instituto de Ensino Superior de Brasília – IESB, o seminário sobre TV digital e Interatividade. O seminário foi proferido pela Professora Cosetti Castro, doutora em Comunicação pela Universidade Autonôma de Barcelona, o professor Doutor Luiz Fernando Gomes, pós- doutorado pela École Nationale Superieure dês Télécommunications e a assessora do atual secretário Audiovisual do Ministério da Cultura André, e o futuro Secretário Newton Cannito. 

Assuntos Tratados na Palestra 

Mercado X conteúdo para TV digital – Prof. Dra. Cosette Castro
A Dra. Cosette Castro falou sobre a transição pela qual estamos passando, no meio termo que nos encontramos hoje, nem no mundo analógico e nem no mundo digital. Estamos na fase de mudança e adaptação digital ainda. Cosette também falou sobre os impactos que as mídias digitais causaram e causam na sociedade atualmente. 

Audiovisual e TV digital – Assessora do Secretário André e o Futuro Secretário Newton Cannito
A assessora explanou sobre a atuação do Ministério da Cultura para a evolução da TV digital. Abordou a nova mentalidade audiovisual que é um “Tema estratégico de Estado”, que traz a visão de que se deve trabalhar o audiovisual em seu estado mais amplo e não apenas em plataformas tradicionais como TV e cinema.
Cannito falou da importância das pessoas, que é mais relevante do que a tecnologia, interatividade porque somos nós que enriquecemos essas mídias. Somos nós que fazemos esses produtos virarem realidade. 

Interatividade se faz com ginga – Luiz Fernando Gomes
O Dr. Luiz Fernando falou sobre a moderação no uso da interatividade a qual a TV digital irá nos proporcionar, até porque a interatividade é cara. O professor disse que espera que a interatividade não seja como as aplicações que existem hoje. Luiz Fernando espera que seja totalmente diferente do que se tem hoje, porque o conteúdo quem desenvolve são pessoas. No seu falatório Luiz Fernando cobrou dos profissionais de comunicação a criatividade, que é o que está faltando, desenvolver aplicações interativas.
Entrando no título da palestra, ele diz que a grande inovação da TV digital chama-se ginga, a inovação que deixou o ginga o mais avançado foram as linguagens NCL e Lua. 

Aplicabilidade dos assuntos abordados no Seminário, no trabalho do jornalista. 

Todos os assuntos falados fazem parte do trabalho do jornalista. A constante busca pelo conhecimento, tendências tecnológicas e inovação, está no trabalho dos profissionais de comunicação, e não seria diferente na busca por informações sobre a TV digital, um assunto que ainda cresce no nosso meio. É evidente que o jornalista tem que está por dentro desse tema.

O jornalista por ser um profissional que escreve sobre tudo, e tem que está sempre bem informado, para produzir uma matéria com rapidez, que é, o que o mundo tecnológico exige nos dias de hoje, é importante saber como funciona a TV digital sua interatividade e suas aplicabilidades.

É preciso entender, por exemplo, como é a relação do mercado com o conteúdo da TV digital. Dra. Cosette em seu discurso falou sobre este tema. Esses profissionais que acompanha as tendências tecnológicas, não só para noticiar como também para trabalhar tem que saber onde se situar, nesse mundo que ainda está em transição, do analógico para o digital, é preciso saber que ferramentas usar em determinados assuntos.

Já no tema audiovisual tratou-se mais da forma como se deve ser trabalhado, os assuntos na TV e no cinema, a questão audiovisual, o que se aplica muito bem no jornalismo televisivo. Já o Dr. Luiz Fernando, o mais incisivo, na função do profissional de comunicação nesse meio. A aplicabilidade do profissional com a sua criatividade no que diz respeito à interatividade, como deve ser trabalhado por esse profissional, com boas idéias e criatividade.

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LEITOR RSS

Publicado por renatasteixeira em maio 18, 2010

Nesse mundo tecnológico a cada dia que avançamos, descobrimos um pouco mais sobre as ferramentas que estão disponíveis a nós internautas. Ferramentas que facilitam a nossa vida no mundo virtual, na busca e pesquisa.

Na Internet encontramos atalhos que diminuem o nosso tempo de procura nos assuntos que nos interessa, e que estamos acostumados a acessar na web.

A ferramenta RSS é uma das quais nos proporciona essa facilidade. A assinatura de um leitor RSS possibilita ao usuário, escolher os feeds mais acessados por ele, assim quando você estiver em busca das últimas notícias dos feeds que deseja em um site, o recurso de RSS lhe apresentará as últimas novidades do assunto desejado.

O print screen do google reader ao lado, mostra o RSS que escolhi para ilustração. Observe que na parte lateral esquerda, têm cinco feeds. Estes são os assuntos que mais tenho interesse em saber na internet, por isso os adicionei ao meu leitor de RSS.

Esse instrumento que vem se tornando freqüente em nossas vidas, é que tem administrado melhor, nosso tempo de busca na Internet. O que antes era parte de uma pesquisa avançada, e levava tempo, até você filtrar o conteúdo que lhe era apresentado e chegar ao assunto de seu interesse, hoje faz parte de um clique. O leitor de RSS faz a busca busca na Internet, pelos assuntos de seu interesse ficar simples, rápido e prático.

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Matérias Multimídias

Publicado por renatasteixeira em maio 4, 2010

A matéria Operação Satiagraha, que fala sobre a ação que foi deflagrada pela Polícia Federal em 8 de julho de 2008, contra uma quadrilha que praticava crimes financeiros, foi escolhida pelo fato de apresentar várias mídias, o que a caracteriza como uma matéria multimídia. Essa matéria é um exemplo bem legal de multimídia, porque apresenta fotos, slideshow, links, vídeos e áudios, além do texto escrito. Essa matéria tem também tem um dos requisitos que se faz muito importante na matéria multimídia que é a não repetição da noticia e sim complementação dela com os variados tipos de mídia.

A segunda matéria escolhida, Cobertura completa: terremoto no Haiti, que fala sobre o terremoto que devastou o país em Janeiro de 2010, foi escolhida por apresentar o recurso de interatividade, a matéria abre um link onde pessoas podem contar relatos relacionados à matéria, o que faz um diferencial das outras matérias que relacionei, foram poucas as matérias que encontrei que contivesse interatividade e outras mídias para comporem uma matéria multimídia. Essa matéria apresenta também os recursos de mídia como slide show e vídeos.

A matéria Confira fotos da chuva no Rio de Janeiro, que fala sobre as chuvas que atingiram o Rio de Janeiro no mês de Março e Abril de 2010, é uma matéria que apresenta um slide de fotos, e uma lista de vídeos com flagrantes dos desastres causados pela chuva, acompanhado de uma pequena nota sobre as chuvas, mas, com links onde levam o leitor a outras matérias que deram mais destaque a notícia no texto escrito.

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Cibercultura

Publicado por renatasteixeira em abril 19, 2010

Cibercultura? O que é? Podemos definir Cibercultura como a interação da cultura com a comunicação, ou melhor, com a internet. A internet assim como vem afetando todos os campos da ciência também têm sua imposição na cultura, e é o que chamamos de Cibercultura, a cultura que a internet promove.

Avaliando os textos Cibercultura de Angéle Murad e Afinal, o que é Cibercultura? De Alex Lamikiz, podemos entender melhor, o que significa esse termo, que faz parte do nosso cotidiano. Essa interatividade que a internet nos proporciona, a interconexão generalizada, essa capacidade de explorar as potencialidades do ciberespaço, no plano econômico, político, cultural e humano, com diz Lévy. É o que conhecemos como Cibercultura, é a evolução das tecnologias que nos trouxe a cooperação da cultura com a internet.

O que podemos observar nos dois textos citados, é que por mais que o entendimento de Cibercultura seja o mesmo, os dois autores têm visões diferentes sobre os benefícios da Cibercultura. Angèle Murad, por exemplo, vê a Cibercultura como um instrumento positivo, uma nova possibilidade de integração, de interatividade e evolução da inteligência, enquanto Alex Lamikiz tem uma visão mais lucrativa da Cibercultura, ele tem mais a idéia do capitalismo, de que a Cibercultura é mais uma estratégia de Marketing para atrair consumidores.

Tendo em vista duas visões relevantes, que podem ser discutidas e levadas adiante, pode se concluir que os dois autores estão certos, levando em consideração que, Cibercultura tem sim lá seus pontos positivos e negativos, e que ela pode ser vista de vários ângulos. Tanto Angèle Murad como Alex Lamikiz, trazem idéias reais de Cibercultura, e que podem ser observadas no nosso dia-a-dia.

Um exemplo a ser citado no caso da afirmação de Angèle, que diz que cibercultura pode ser positivo, pela troca de conhecimento, pode observar isso quando fazemos uma pergunta ao Google, e aparecem vários sites que oferecem respostas, respostas postadas por pessoas comuns não especialistas, e que geralmente estão corretas. Acredito que essa é a idéia apresentada por Angèle Murad, a troca de conhecimento.

E o exemplo de Alex Lamikiz, são as diversas propagandas na internet, que oferecem a cultura industrializada mesmo. A geração digital, assim citado por Alex. Nesse caso podemos citar os serviços oferecidos pela internet.

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